Memóriado território
Plataforma nascida no âmbito do projecto DIGARQ-2 com a missão de reunir, preservar, digitalizar e tornar acessível o conhecimento sobre a arqueologia em Angola.





























A plataforma Arqueologia Angolana nasce no âmbito do projecto DIGARQ-2 com a missão de reunir, preservar, digitalizar e tornar acessível o conhecimento sobre a arqueologia em Angola.
Através da disponibilização digital de acervos, sítios arqueológicos, documentação científica, conteúdos educativos e recursos multimédia, a plataforma procura aproximar este património de investigadores, estudantes, docentes, comunidades e do público em geral.
O nome da plataforma é uma homenagem directa à obra Arqueologia Angolana, publicada por Carlos Ervedosa em 1980, considerada até hoje a primeira e única grande sistematização dedicada à arqueologia de Angola. Esta obra constitui uma referência fundamental para o conhecimento da disciplina no país e foi uma das principais inspirações para a criação da plataforma.
Ao recuperar este título, a plataforma reconhece o legado de Carlos Ervedosa e de todos aqueles que, antes e depois dele, contribuíram para o desenvolvimento da arqueologia angolana e das ciências do património. Mais do que preservar a memória desse percurso, a plataforma procura dar-lhe continuidade no presente, recorrendo às ferramentas digitais para ampliar o acesso, promover a investigação e tornar o património arqueológico angolano mais visível, partilhado e acessível.
Equipa
Uma equipa científica e técnica ao serviço do património cultural de Angola.
Nove décadas
de memória
Momentos-chave da arqueologia em Angola, do início da disciplina em 1936 ao programa digital actual.
Início da arqueologia em Angola: primeiros trabalhos arqueológicos realizados no território angolano.
Criação do Museu Nacional de Arqueologia de Benguela por L. J. M. Pais Pinto.
Carlos Ervedosa publica a obra Arqueologia Angolana, a primeira grande sistematização dedicada à arqueologia de Angola e a inspiração que dá nome a esta plataforma.
Primeiras escavações extensivas em Dungo 4 (300 m²).
Classificação de Mbanza-Kongo, capital do Reino do Kongo, como Património Mundial da UNESCO.
Maria-Helena Benjamim assume a direcção do Museu Nacional de Arqueologia de Benguela.
Início das escavações da Missão Pré-Histórica Franco-Angolana e da Escola de Campo de Ndalambiri, com formação de estudantes angolanos.
Início do projeto de digitalização e acessibilidade ao património arqueológico de Angola, DigArq.
Seminário de Imersão em Arqueologia e Museologia no MNARQ e lançamento da plataforma digital Arqueologia Angolana no âmbito do DIGARQ-2.
Quatro
valores
A Arqueologia Angolana assenta em valores que orientam a sua missão científica, educativa e social.
Preservar
Compromisso com a preservação do património, promovendo a documentação, conservação e valorização dos acervos arqueológicos e da memória histórica associada a cada peça, sítio e investigação.
Acesso aberto
Tornar a informação arqueológica disponível e compreensível para diferentes públicos, contribuindo para a democratização do conhecimento e para o fortalecimento da educação patrimonial em Angola.
Colaborar
O conhecimento arqueológico é construído por muitas pessoas, instituições, comunidades e gerações de investigadores. Promovemos redes de cooperação, partilha de informação e valorização dos contributos individuais e colectivos.
Memória e inclusão
Ao homenagear os pioneiros e todos aqueles que contribuíram para as ciências do património em Angola, assumimos o compromisso de continuar esse legado, tornando o património arqueológico mais visível, acessível e significativo.
